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25 março, 2011

CARTAS PARA JULIETA


” ‘E’ e ‘se’ são duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra. mas coloque-as juntas, ladoa a lado, e elas têm o poder de assombrá-la pelo resto de sua vida. ‘E se’… E se? E se? Não sei como sua história acabou. Mas se o que você sentia na época era amor verdadeiro, então nunca é tarde demais. Se era verdadeiro então, por que não o seria agora?Você só precisa ter coragem para seguir seu coração. Não sei como é sentir amor como o de Julieta, um amor pelo qual abandonar os entes queridos, um amor pelo qual cruzar os oceanos. Mas gosto de pensar que, se um dia o sentisse, eu teria a coragem de agarrá-lo. E se você não o fez, espero que um dia o faça. Com todo o meu amor, Julieta “

" ‘E’ e ‘se’ são duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra. Mas coloque-as juntas, lado a lado, e elas têm o poder de assombrá-la pelo resto de sua vida.

11 março, 2011

Lya Luft me fez pensar....

"Por mais modernos, avançados, biônicos, quânticos, incríveis que sejamos, não podemos nos livrar das emoções humanas."
Lya Luft

19 fevereiro, 2011

3 Semanas



Fazia um mês que eu estava apaixonada 
(Só pra esclarecer, por apaixonada entenda-se: gostando de um cara.
E isso me faz sentir: 
a) falta de ar; 
b) pernas tremerem; 
c) borboletas no estômago; 
d) vomitando pra ver se sai alguém de dentro de mim.). 

Faziam 3 semanas que eu vinho descobrindo coisas. Descobrindo como é se apaixonar aos 22 anos por alguém com quem não posso sequer flertar.
Segue aki a parte dessas 3 semanas de anotações que eu fiz no meu caderno de inspirações. Espero que gostem:

05 fevereiro, 2011

#meme - Desafio Leitura Nacional



Vocês tem lido livros nacionais?
Eu fui voluntariamente questionada quando vi o #meme no blog da Janine Stecanella pelo twitter e resolvi participar.
Achei super essa ideia e acho importantíssimo apoiar os autores nacionais, ainda mais porque espero ser uma um dia! o// Vamo lá!

19 janeiro, 2011

Arrebentação - Dialogando com 'Viva a Carambola' de Silva Alves

Eu não vou mais me apequenar para caber no mundo. Não vou deixar de ir ao baile pela ausência do traje adequado e, lamento, mas daqui pra frente, nada de sorrisos disfarçados. Ah, e tem mais: eu não vou pedir desculpas pela cor dos meus sapatos.

17 janeiro, 2011

Felicidade Repentina - por Maíra Viana

Era uma vez um amor. Entrou pela porta da frente, pedindo licença, vereneando a vida, serpeando o coração. Veio assim ligeirinho, serelepe, versador. Foi logo preenchendo os espaços, ocupando as gavetas do armário, evidenciando a alegria em ter, à mesa, mais um prato. Chegou e foi ficando, feito um sambinha bom desses que grudam no ouvido, sem pressa pra passar.

04 janeiro, 2011

A Arte de Me Esquivar

ARTE DE ME ESQUIVAR: 
                                         uma técnica que leva