Parece curioso que os seus amigos não levem muito a sério um sofrimento que para você é tão profundo; e ainda mais curioso que você também não se comova demais quando quem sofre são seus amigos. Porque será que, quando não estamos mergulhados no martírio do desamor, damos tão pouca importância a essa desgraça? Será que no fundo da nossa consciência sabemos que a paixão amorosa é um invento, um produto de nossa imaginação, uma fantasia? E que, por isso, essa dor que nos queima por dentro é de alguma maneira irreal?
27 abril, 2012
Uma noite e um miojo
Parece curioso que os seus amigos não levem muito a sério um sofrimento que para você é tão profundo; e ainda mais curioso que você também não se comova demais quando quem sofre são seus amigos. Porque será que, quando não estamos mergulhados no martírio do desamor, damos tão pouca importância a essa desgraça? Será que no fundo da nossa consciência sabemos que a paixão amorosa é um invento, um produto de nossa imaginação, uma fantasia? E que, por isso, essa dor que nos queima por dentro é de alguma maneira irreal?
15 abril, 2012
Diário: Como esqueci você e continuei vivendo.
Resolvi publicar umas coisas que eu registrei no meu diário depois do fim de um namoro. Aquela coisa do perdoar e esquecer, seguir em frente... tudo isso. Vou revelar coisas que eu pensei e senti. Quem sabe ajude a alguém a não se sentir sozinho, ou alguém a entender o que tá sentindo.
Sempre tem alguém passando por alguma coisa assim, porque mesmo sabendo que chegou o fim, ainda temos o descaramento de achar que o amor sozinho dá conta de tudo:
das nossas expectativas,
do ‘pra sempre’ e
do ‘eu te amo’.
Sempre tem alguém passando por alguma coisa assim, porque mesmo sabendo que chegou o fim, ainda temos o descaramento de achar que o amor sozinho dá conta de tudo:
das nossas expectativas,
do ‘pra sempre’ e
do ‘eu te amo’.
03 abril, 2012
“Amor não resiste a tudo, não. Amor é jardim.”
E mesmo sabendo disso, ainda temos o descaramento de achar que o amor sozinho dá conta de tudo:
das nossas expectativas,
do ‘pra sempre’ e
do ‘eu te amo’.
Não podemos deixar que o imediatismo tome conta da vida da gente!
31 março, 2012
23 março, 2012
Vida a dois não é novela
Ontem eu fui ao Shopping e jantei com um amigo e batendo papo legal lá e tal a gente falou sobre como a dramaturgia das novelas de hoje está caindo aos pedaços e do quanto as pessoas se deixam manipular, ou melhor, como as pessoas fazem dos modelos da mídia uma pretensão e um objetivo na vida. Foi isso e mais. E conversando com uma colega hoje sobre fim de relacionamentos, tudo isso me rendeu uma boa reflexão pra um texto.
Quando nós, homens e mulheres, estamos sós e nos lançamos em direção à difícil jornada pela busca de nossa metade para compartilharmos uma vida, temos a tendência de criar um perfil que condiz com nossos melhores desejos, crentes de que com base neles a felicidade será garantida e plena. Porém, esses desejos tão comuns, tendem a criar uma legião de decepcionados.
Quando nós, homens e mulheres, estamos sós e nos lançamos em direção à difícil jornada pela busca de nossa metade para compartilharmos uma vida, temos a tendência de criar um perfil que condiz com nossos melhores desejos, crentes de que com base neles a felicidade será garantida e plena. Porém, esses desejos tão comuns, tendem a criar uma legião de decepcionados.
18 março, 2012
Eu ouvi.
11 março, 2012
Ela o compreendeu...
Ele não podia perdoá-la, mas não podia ser insensível.
Embora a condenasse pelo passado e a julgasse com profunda e injusta mágoa, sem nenhum interesse por ela e, ainda que começasse a gostar de outra, ele não conseguia vê-la sofrer sem desejar reconfortá-la.
Era o que restava de um velho sentimento; era um impulso de puro, embora não reconhecido, bem querer; era uma prova de seu coração ardente e terno, que ela não podia contemplar sem sentimentos em que se misturavam tanta dor e tanto prazer que não sabia qual deles predominava.
Embora a condenasse pelo passado e a julgasse com profunda e injusta mágoa, sem nenhum interesse por ela e, ainda que começasse a gostar de outra, ele não conseguia vê-la sofrer sem desejar reconfortá-la.
Era o que restava de um velho sentimento; era um impulso de puro, embora não reconhecido, bem querer; era uma prova de seu coração ardente e terno, que ela não podia contemplar sem sentimentos em que se misturavam tanta dor e tanto prazer que não sabia qual deles predominava.
07 março, 2012
Precioso como um hábito
Me cobraram um texto!
Leitores daqui... nem tinha reparado que fazia tanto tempo desde a última vez que escrevi... Já esperava ter passado da idade de corar as faces; mas certamente não superei a idade de me comover... Que emoção! Então eu táva com essa ideia e vou ver se consigo desenvolver aqui:
Eu sempre espero que tenham ido para serem felizes, por mais estranha que seja essa felicidade, já que dependeu da minha solidão.
Leitores daqui... nem tinha reparado que fazia tanto tempo desde a última vez que escrevi... Já esperava ter passado da idade de corar as faces; mas certamente não superei a idade de me comover... Que emoção! Então eu táva com essa ideia e vou ver se consigo desenvolver aqui:
Eu sempre espero que tenham ido para serem felizes, por mais estranha que seja essa felicidade, já que dependeu da minha solidão.
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