É um pouco egoísta de minha parte querer-te a todo momento comigo.
Pra lavar meu cabelo.
Tocar violão pra mim.
Está tudo tão sem graça, tão normal...
Eu ia te acordar.
E depois acordar com você me vendo dormir.
Pra me beijar enquanto eu tô me maquiando.
Pra tomar chuva comigo.
14 outubro, 2011
12 outubro, 2011
Acima de tudo, acima do respeito e da estima, havia dentro dele um motivo de simpatia que não podia ser desprezado. Era a gratidão.
Gratidão não só por tê-lo amado, mas por ainda amá-lo a ponto de perdoar toda a petulância e indelicadeza de sua maneira de rejeitá-la e todas as acusações injustas que acompanharam tal rejeição.
Tal mudança só podia ser atribuída ao amor, ao amor ardente. Sentia um verdadeiro interesse por seu bem estar; e só queria saber até que ponto desejava que esse bem estar dependesse dele.
10 outubro, 2011
Hoje que meu avô morreu.
É engraçado que mesmo sabendo o propósito da vida e, mais que isso, sabendo a importância da morte nesse plano, é inevitável pensar nas coisas envolvidas. A conclusão é que o E. Joseph B. Wirthlin teve muita inspiração ao dizer 'Aconteça o que acontecer, desfrute.' Porque é isso mesmo. DESFRUTE das coisas boas da vida, como ler um livro, acordar cedo da manhã pelo menos um dia, ir passear com seu cãozinho, comer chocolate vendo desenho animado com seu irmão caçula, fazer um passeio em familia, ficar deitado(a), na grama olhando as nuvens eu até mesmo, simplismente, dormir, e sonhar com um amanhã totalmente diferente. Porque tudo pode desaparecer.
28 setembro, 2011
Eu que não acredito no amor
Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo...
27 setembro, 2011
Não era possível pensar em nenhum deles sem sentir que fui cega, parcial, preconceituosa e absurda.
Logo eu, que sempre me orgulhei de meu discernimento! Que descoberta humilhante! E que humilhação justa! Nem se eu tivesse apaixonada eu poderia ter sido mais miseravelmente cega! Mas a minha loucura foi a vaidade e não o amor.
Logo eu, que sempre me orgulhei de meu discernimento! Que descoberta humilhante! E que humilhação justa! Nem se eu tivesse apaixonada eu poderia ter sido mais miseravelmente cega! Mas a minha loucura foi a vaidade e não o amor.
Assinar:
Postagens (Atom)



